{"id":19018,"date":"2026-02-18T17:53:55","date_gmt":"2026-02-18T17:53:55","guid":{"rendered":"https:\/\/marulhoeco.com.br\/?p=19018"},"modified":"2026-02-18T17:53:55","modified_gmt":"2026-02-18T17:53:55","slug":"estudo-revela-impacto-da-ecoansiedade-entre-jovens-e-brasileiros-diante-da-crise-climatica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marulhoeco.org\/en\/estudo-revela-impacto-da-ecoansiedade-entre-jovens-e-brasileiros-diante-da-crise-climatica\/","title":{"rendered":"Estudo revela impacto da ecoansiedade entre jovens e brasileiros diante da crise clim\u00e1tica"},"content":{"rendered":"<p><em>Pesquisas apontam que a ansiedade relacionada ao meio ambiente afeta 70% da popula\u00e7\u00e3o no Brasil e cresce entre as novas gera\u00e7\u00f5es<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>S\u00e3o Paulo, mar\u00e7o de 2025 &#8211;&nbsp;<\/strong>A ecoansiedade, termo que descreve a ang\u00fastia causada pela crise clim\u00e1tica, tem se tornado uma preocupa\u00e7\u00e3o global. Um estudo publicado na revista The Lancet Planetary Health (2021) revelou que 45% dos jovens entre 16 e 25 anos em dez pa\u00edses relatam impactos negativos da ansiedade clim\u00e1tica no dia a dia. No Brasil, segundo o Instituto Ipsos (2023), 70% da popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 sente reflexos emocionais das mudan\u00e7as no meio ambiente. Diante disso, empresas como a<strong>&nbsp;Marulho<\/strong>, que atuam na preserva\u00e7\u00e3o ambiental, destacam a necessidade de ampliar o debate e buscar solu\u00e7\u00f5es para mitigar esse efeito crescente.<\/p>\n\n\n\n<p>O fen\u00f4meno da ecoansiedade reflete n\u00e3o apenas o medo em rela\u00e7\u00e3o ao meio ambiente, mas tamb\u00e9m as desigualdades estruturais do pa\u00eds. Regi\u00f5es mais vulner\u00e1veis sofrem de forma desproporcional os impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, o que intensifica sentimentos de inseguran\u00e7a e impot\u00eancia entre suas popula\u00e7\u00f5es. Os danos econ\u00f4micos tamb\u00e9m s\u00e3o alarmantes. Segundo um estudo do Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (IPEA), o Brasil pode perder at\u00e9 R$ 3,6 trilh\u00f5es at\u00e9 2050 devido a eventos clim\u00e1ticos extremos. Setores essenciais como agricultura, energia e turismo enfrentam grandes desafios, o que pode acarretar aumento do desemprego e da pobreza, exacerbando ainda mais a ecoansiedade entre os trabalhadores.<\/p>\n\n\n\n<p>As comunidades ind\u00edgenas e as popula\u00e7\u00f5es negras, por sua vez, enfrentam dificuldades ainda maiores. Os povos origin\u00e1rios, que ocupam 13% do territ\u00f3rio nacional, veem seu modo de vida amea\u00e7ado por invas\u00f5es, desmatamento e queimadas. J\u00e1 as popula\u00e7\u00f5es negras, que representam 56% da popula\u00e7\u00e3o brasileira, s\u00e3o frequentemente afetadas por enchentes e deslizamentos em \u00e1reas perif\u00e9ricas das grandes cidades, onde o acesso \u00e0 infraestrutura adequada \u00e9 escasso.<\/p>\n\n\n\n<p>Especialistas apontam que enfrentar a ecoansiedade exige uma abordagem ampla, que v\u00e1 al\u00e9m do suporte psicol\u00f3gico. Segundo&nbsp;<strong>Samara Oliveira, ocean\u00f3grafa, mestre em ci\u00eancias e s\u00f3cia da Marulho<\/strong>, a conex\u00e3o entre sa\u00fade mental e meio ambiente precisa ser considerada na formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas. \u201cA ecoansiedade n\u00e3o \u00e9 apenas um problema emocional, mas um reflexo da urg\u00eancia clim\u00e1tica. \u00c9 necess\u00e1rio unir educa\u00e7\u00e3o, apoio psicol\u00f3gico e a\u00e7\u00e3o coletiva para enfrentar os desafios ambientais e sociais que essa crise traz\u201d, afirma. &#8220;A\u00e7\u00f5es como a dissemina\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es confi\u00e1veis sobre sustentabilidade, o incentivo ao debate e a cria\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os para acolhimento emocional s\u00e3o algumas das estrat\u00e9gias defendidas para lidar com o problema&#8221;, complementa<strong>&nbsp;Samara.<\/strong><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cresce no Brasil o n\u00famero de pessoas afetadas pela ecoansiedade. Entenda causas, impactos e como a\u00e7\u00f5es ambientais podem ajudar a enfrentar o problema.<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":19019,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[46,49,48],"tags":[27,24,17,39],"class_list":["post-19018","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-meioambiente","category-mudancas-climaticas","category-sustentabilidade","tag-conservacao","tag-oceano","tag-plastico-2","tag-plastico-no-mar"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/marulhoeco.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19018","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/marulhoeco.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/marulhoeco.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marulhoeco.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marulhoeco.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19018"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/marulhoeco.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19018\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marulhoeco.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19019"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/marulhoeco.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19018"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/marulhoeco.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19018"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/marulhoeco.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19018"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}