{"id":20477,"date":"2026-04-16T17:45:28","date_gmt":"2026-04-16T20:45:28","guid":{"rendered":"https:\/\/marulhoeco.com.br\/?p=20417"},"modified":"2026-04-16T17:45:28","modified_gmt":"2026-04-16T20:45:28","slug":"pesca-fantasma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marulhoeco.org\/en\/pesca-fantasma\/","title":{"rendered":"Pesca Fantasma: O que Acontece com as Redes que se Perdem no Mar?"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"20477\" class=\"elementor elementor-20477\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2078b56 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"2078b56\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4428145 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"4428145\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Pesca Fantasma: O que Acontece com as Redes que se Perdem no Mar?<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7dfd658 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"7dfd658\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f0b4661 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"f0b4661\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><strong>Palavras-chave:<\/strong> pesca fantasma, redes de pesca no oceano, lixo pl\u00e1stico marinho, polui\u00e7\u00e3o oce\u00e2nica, ghost gear<\/p><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">Voc\u00ea j\u00e1 ouviu falar em <strong>pesca fantasma<\/strong>? \u00c9 um dos problemas ambientais mais silenciosos e mais devastadores que acontecem nos oceanos hoje. Sem c\u00e2meras, sem manchetes di\u00e1rias, sem alarde. Mas com consequ\u00eancias profundas para a vida marinha, para os pescadores e para o nosso futuro.<\/p><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">Neste artigo, a gente explica o que \u00e9, por que acontece, o que a ci\u00eancia diz sobre o problema e o que est\u00e1 sendo feito para resolver.<\/p><h2>\u00a0<\/h2><h2 class=\"text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold\">O que \u00e9 pesca fantasma?<\/h2><p>\u00a0<\/p><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">A pesca fantasma ocorre quando <strong>equipamentos de pesca (redes, linhas, armadilhas e tarrafas s\u00e3o perdidos, abandonados ou descartados no mar)<\/strong>\u00a0e continuam capturando organismos marinhos de forma involunt\u00e1ria, sem que nenhum pescador esteja por tr\u00e1s daquela captura.<\/p><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">O nome \u00e9 assustadoramente preciso: s\u00e3o redes que pescam sozinhas, como fantasmas, sem destino, sem controle, por meses ou anos a fio.<\/p><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">Segundo a <strong>FAO (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura)<\/strong> e o <strong>PNUMA (Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Meio Ambiente)<\/strong>, cerca de <strong>640 mil toneladas de equipamentos de pesca<\/strong> s\u00e3o abandonadas nos oceanos todo ano, o equivalente a mais de 50 mil caminh\u00f5es cheios de lixo despejados no mar, anualmente, s\u00f3 de redes e petrechos.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9aa11d3 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"9aa11d3\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f121a59 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"f121a59\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/marulhoeco.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Relatorio-Impacto-2024-1-1-1024x576.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-12826\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/marulhoeco.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Relatorio-Impacto-2024-1-1-1024x576.png 1024w, https:\/\/marulhoeco.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Relatorio-Impacto-2024-1-1-300x169.png 300w, https:\/\/marulhoeco.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Relatorio-Impacto-2024-1-1-768x432.png 768w, https:\/\/marulhoeco.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Relatorio-Impacto-2024-1-1-1536x864.png 1536w, https:\/\/marulhoeco.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Relatorio-Impacto-2024-1-1.png 1600w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-43de9bf e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"43de9bf\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1fd7f93 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"1fd7f93\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d0a0912 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"d0a0912\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h2 class=\"text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold\">Por que as redes s\u00e3o perdidas?<\/h2><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">As causas s\u00e3o diversas e muitas vezes n\u00e3o envolvem m\u00e1 vontade dos pescadores, mas sim as dificuldades reais da pesca artesanal e industrial:<\/p><ul class=\"[li_&amp;]:mb-0 [li_&amp;]:mt-1 [li_&amp;]:gap-1 [&amp;:not(:last-child)_ul]:pb-1 [&amp;:not(:last-child)_ol]:pb-1 list-disc flex flex-col gap-1 pl-8 mb-3\"><li class=\"whitespace-normal break-words pl-2\"><strong>Tempestades e condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas extremas<\/strong> que fazem a rede afundar ou se romper<\/li><li class=\"whitespace-normal break-words pl-2\"><strong>Emaranhamento em outros equipamentos<\/strong> ou em corais e estruturas subaqu\u00e1ticas<\/li><li class=\"whitespace-normal break-words pl-2\"><strong>Desgaste natural<\/strong> sem possibilidade de recolhimento<\/li><li class=\"whitespace-normal break-words pl-2\"><strong>Falta de infraestrutura<\/strong> para descarte adequado em terra<\/li><li class=\"whitespace-normal break-words pl-2\"><strong>Press\u00e3o econ\u00f4mica<\/strong>: redes de nylon s\u00e3o mais baratas do que o custo de recupera\u00e7\u00e3o, criando um incentivo perverso ao abandono<\/li><\/ul><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\"><br \/>No Brasil, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 agravada pela <strong>estrutura da pesca artesanal<\/strong>, especialmente em regi\u00f5es como a Costa Verde (RJ): barcos maiores chegam a deixar redes danificadas com pescadores artesanais para conserto; a parte aproveit\u00e1vel \u00e9 devolvida, a parte comprometida\u00a0 (pesada, engordurada, sem valor de mercado) fica nas comunidades sem qualquer destino.<br \/><br \/><\/p><h2 class=\"text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold\">O problema do pl\u00e1stico: por que n\u00e3o se decomp\u00f5e?<\/h2><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">At\u00e9 poucas d\u00e9cadas atr\u00e1s, as redes de pesca eram feitas de <strong>fibras naturais<\/strong>\u00a0 (algod\u00e3o, sisal, c\u00e2nhamo) que se degradavam naturalmente no mar em quest\u00e3o de meses.<\/p><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">A revolu\u00e7\u00e3o do <strong>nylon e da poliamida<\/strong> na segunda metade do s\u00e9culo XX mudou tudo. Essas redes s\u00e3o muito mais resistentes, mais baratas e mais eficientes. Mas t\u00eam um custo ecol\u00f3gico brutal: <strong>levam entre 400 e 600 anos para se decompor no ambiente marinho<\/strong>.<\/p><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">Durante esse tempo, elas n\u00e3o desaparecem \u2014 elas se fragmentam em <strong>micropl\u00e1sticos<\/strong>, part\u00edculas invis\u00edveis a olho nu que entram na cadeia alimentar, s\u00e3o ingeridas por zoopl\u00e2ncton, peixes, aves e mam\u00edferos marinhos, e eventualmente chegam \u00e0 nossa mesa.<\/p><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">De acordo com a <strong>FAO (2022)<\/strong>, equipamentos de pesca representam aproximadamente <strong>10% de todo o lixo pl\u00e1stico no oceano,<\/strong> uma das categorias mais expressivas e, ao mesmo tempo, das menos discutidas publicamente.<br \/><br \/><\/p><h2 class=\"text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold\">Quem sofre com isso?<\/h2><p>\u00a0<\/p><h3 class=\"text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold\">A vida marinha<\/h3><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">A pesca fantasma n\u00e3o discrimina: ela captura <strong>tartarugas marinhas, golfinhos, tubar\u00f5es, raias, polvos, caranguejos, aves marinhas<\/strong> e dezenas de outras esp\u00e9cies n\u00e3o-alvo. Animais que se emaranham nas redes frequentemente morrem afogados, esmagados ou exauridos tentando se soltar.<\/p><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">Um estudo publicado no peri\u00f3dico <em>Marine Pollution Bulletin<\/em> (Richardson et al., 2019) estimou que a pesca fantasma afeta pelo menos <strong>136 esp\u00e9cies marinhas<\/strong> em n\u00edvel global, incluindo esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o.<\/p><h3>\u00a0<\/h3><h3 class=\"text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold\">Os ecossistemas<\/h3><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">Redes abandonadas em fundos oce\u00e2nicos causam a destrui\u00e7\u00e3o f\u00edsica de habitats como <strong>recifes de coral e pradarias de algas marinhas, <\/strong>\u00a0ambientes de alt\u00edssima biodiversidade e fundamentais para a reprodu\u00e7\u00e3o de in\u00fameras esp\u00e9cies. Uma \u00fanica rede presa em um recife pode causar danos estruturais irrevers\u00edveis.<\/p><h3>\u00a0<\/h3><h3 class=\"text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold\">Os pr\u00f3prios pescadores<\/h3><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">A pesca fantasma reduz os estoques pesqueiros ao capturar animais que nunca v\u00e3o chegar ao mercado, comprometendo a <strong>seguran\u00e7a alimentar e a renda das comunidades que dependem do mar<\/strong>. Pescadores artesanais, que j\u00e1 competem em condi\u00e7\u00f5es desiguais com a pesca industrial, s\u00e3o os mais afetados.<\/p><p>\u00a0<\/p><h2 class=\"text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold\">O que a ci\u00eancia prop\u00f5e?<\/h2><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">A comunidade cient\u00edfica tem avan\u00e7ado em algumas frentes:<\/p><ol class=\"[li_&amp;]:mb-0 [li_&amp;]:mt-1 [li_&amp;]:gap-1 [&amp;:not(:last-child)_ul]:pb-1 [&amp;:not(:last-child)_ol]:pb-1 list-decimal flex flex-col gap-1 pl-8 mb-3\"><li class=\"whitespace-normal break-words pl-2\"><strong>Materiais biodegrad\u00e1veis<\/strong>: pesquisas com redes feitas de biopol\u00edmeros que se degradam em condi\u00e7\u00f5es marinhas est\u00e3o em desenvolvimento em v\u00e1rios pa\u00edses, mas ainda enfrentam barreiras de custo e escala.<\/li><li class=\"whitespace-normal break-words pl-2\"><strong>Rastreamento e georeferenciamento<\/strong>: sistemas de monitoramento permitem identificar onde redes foram perdidas e facilitar sua recupera\u00e7\u00e3o.<\/li><li class=\"whitespace-normal break-words pl-2\"><strong>Economia circular aplicada \u00e0 pesca<\/strong>: a reutiliza\u00e7\u00e3o ou reciclagem das redes coletadas como mat\u00e9ria-prima para novos produtos \u00e9 uma das solu\u00e7\u00f5es mais promissoras em termos de viabilidade econ\u00f4mica e ambiental.<\/li><li class=\"whitespace-normal break-words pl-2\"><strong>Educa\u00e7\u00e3o e politicas p\u00fablicas<\/strong>: a <strong>Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre o Direito do Mar (UNCLOS)<\/strong> e os compromissos do <strong>Acordo Global sobre Pl\u00e1sticos (em negocia\u00e7\u00e3o)<\/strong> incluem metas para redu\u00e7\u00e3o de res\u00edduos pesqueiros, mas sua implementa\u00e7\u00e3o depende de press\u00e3o social e vontade pol\u00edtica.<\/li><\/ol><h2 class=\"text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold\">O que est\u00e1 sendo feito no Brasil<\/h2><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">A <strong>Marulho<\/strong> nasceu exatamente desse problema. Na Costa Verde do Rio de Janeiro, a equipe coleta redes descartadas por pescadores artesanais de Ilha Grande, triaga, higieniza e as transforma em produtos de design sustent\u00e1vel, bolsas, mochilas, acess\u00f3rios, com as m\u00e3os de costureiras e redeiros das pr\u00f3prias comunidades.<\/p><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">Cada pe\u00e7a vendida representa menos pl\u00e1stico no mar, mais renda para quem vive da costa e a preserva\u00e7\u00e3o de um saber-fazer cai\u00e7ara que tem s\u00e9culos de hist\u00f3ria.<\/p><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">A iniciativa \u00e9 reconhecida pela <strong>D\u00e9cada da Ci\u00eancia Oce\u00e2nica da ONU (2021\u20132030)<\/strong> e integra uma cadeia de valor que transforma o problema da pesca fantasma em oportunidade real de impacto.<\/p><h2>\u00a0<\/h2><h2 class=\"text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold\">Voc\u00ea tamb\u00e9m faz parte dessa hist\u00f3ria<\/h2><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\">A pesca fantasma pode parecer um problema distante, algo que acontece no fundo do mar, longe dos olhos. Mas cada escolha de consumo, cada produto que voc\u00ea decide comprar, cada organiza\u00e7\u00e3o que voc\u00ea decide apoiar manda um sinal ao mercado sobre o futuro que voc\u00ea quer.<\/p><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\"><strong>Conhecer o problema j\u00e1 \u00e9 um passo. O pr\u00f3ximo \u00e9 agir.<\/strong><\/p><p>\u00a0<\/p><p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]\"><strong>Refer\u00eancias cient\u00edficas:<\/strong><\/p><ul class=\"[li_&amp;]:mb-0 [li_&amp;]:mt-1 [li_&amp;]:gap-1 [&amp;:not(:last-child)_ul]:pb-1 [&amp;:not(:last-child)_ol]:pb-1 list-disc flex flex-col gap-1 pl-8 mb-3\"><li class=\"whitespace-normal break-words pl-2\">FAO\/UNEP (2009). <em>Abandoned, Lost or Otherwise Discarded Fishing Gear<\/em>. UNEP Regional Seas Reports and Studies No. 185.<\/li><li class=\"whitespace-normal break-words pl-2\">FAO (2022). <em>Ghost Fishing Gear and Mitigation Measures<\/em>. FAO Fisheries and Aquaculture Technical Paper No. 685.<\/li><li class=\"whitespace-normal break-words pl-2\">Richardson, K. et al. (2019). <em>Global estimates of fishing gear lost to the ocean each year<\/em>. <em>Science Advances<\/em>, 5(9).<\/li><li class=\"whitespace-normal break-words pl-2\">Global Ghost Gear Initiative (2023). <em>The Ghost Gear Problem<\/em>. World Animal Protection.<\/li><li class=\"whitespace-normal break-words pl-2\">Macfadyen, G.; Huntington, T.; Cappell, R. (2009). <em>Abandoned, Lost or Otherwise Discarded Fishing Gear<\/em>. UNEP\/FAO.<\/li><\/ul>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesca Fantasma: O que Acontece com as Redes que se Perdem no Mar? 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