Da Praia do Sono, em Paraty, esse coletivo surgiu em 2025 como parte da replicação da Tecnologia Social Redes de Impacto. Em meio a um território de beleza e resistência, as artesãs e os artesãos transformam redes de pesca descartadas em peças que carregam a alma do mar e a força da cultura caiçara. A logo foi desenhada por Lorena, de 9 anos, moradora da comunidade
Acessível apenas por algumas horas de trilha ou de barco, a comunidade tradicional da Ponta Negra está sobreposta à Área de Proteção Ambiental (APA) de Cairuçu.
Nessa comunidade caiçara de cerca de 200 moradores, formou-se o coletivo Rede de Ponta, que transforma redes que seriam descartadas em arte e renda.
O Mãos Caiçaras nasceu na Praia do Aventureiro, na Ilha Grande, como parte da replicação da Tecnologia Social Redes de Impacto da Marulho. Em uma das comunidades mais isoladas da Costa Verde, o grupo une o saber ancestral da costura de redes à criatividade caiçara e transforma redes de pesca descartadas em arte, renda e identidade.
Cada peça é uma história costurada pela comunidade, que valoriza a cultura local e leva a essência do Aventureiro para o mundo.